22/11/2013

||| a joana tem que fazer uma escala de serviço...


||| ... como professor tenho que avaliar os meus alunos. criar testes. provas. desafios. uma prova é isso mesmo. fazer prova, mostrar. ora, como professor preparo sempre muito bem esse momento. primeiro porque uma prova não é um teste. é um desafio. um teste é um elemento de avaliação imediato. sei, não sei. uma prova é isso. um desafio. e faço ver isso aos meus alunos. que não os estou a testar. estou a desafiar o que sabem [ou não sabem]. estou a valorizar a sua inteligência e não o contrário. estou a mostrar-lhes que, de tudo o que foi falado, experimentado, vivido, pensado, ao longo de um determinado período de tempo os conduziu até a um desafio que agora devem superar com as mesmas ferramentas, conhecimentos e competências que lhes ajudei a conhecer, construir e criar. ora, uma prova tem que ser algo de inteligente. de desafiante. de formativo. de construtor. tem que apelar ao espírito de superação. tem que ser complexo e simples, dinâmico e estático, abarcando o universo de todos os meus alunos para que todos possam responder com generosidade e interesse a esta etapa. é por isso que uma prova tem que ser um desafio de inteligência e perspicácia para quem a cria. para mim como professor. nunca um simples instrumento de pura e mera avaliação em si mesmo. tem que ser um objecto que promova a coerência, defina um grau de exigência e expectativa, crie mobilização para a acção e superação e não um instrumento de nivelação ou menorização do processo de aprender. é por isso que provar não é testar. e é por isso que qualquer professor que o seja sabe isto e qualquer aluno que veja numa prova o contrário disso tem o dever de se indignar...