||| ... de tempos a tempos faço isso. vou procurar coisas. navegar é preciso. e lá sigo as regras do google. embora seja de procurar em mais um ou outro "motor de buscas". e tento sempre em várias formas. em português. em inglês. em francês e em espanhol. é o que dá. mais do que isso não sei. aprendi três anos alemão mas já me esqueci de tudo. e procuro tudo o que possam ser ideias ou estratégias para criar dinâmicas de aprendizagem em sala de aula. para além de uma overdose de coisas vindas do outro lado do atlântico [muitas de primeira intervenção ou de análise ainda em construção] encontro muita coisa boa longe. e muita coisa tem uma overdose de tic. papel e coisas simples não é tão fácil encontrar. é preciso ir muito longe mesmo. curioso que as práticas mais "disruptivas" com o comum surgem quando vamos para o lado dos centros de recurso australianos. é curioso. penso. mas o que encontro acima de tudo é uma das fundamentais características do ser humano. a reserva. nunca se partilha o como se faz. os recursos, tirando casos pontuais, tornam-se produtos para venda quando dizem o como e por isso temos que pagar por uma ideia. não sou contra a ideia de mercado. mas acho que no que diz respeito à educação devia haver muito mais partilha. e não são estudos. ou estudos de caso que agora é moderno dizer assim. é mesmo metodologias. o fazer. como se faz. tenho pena sempre de encontrar essa reserva no espaço da educação. o conhecimento tem a natureza de empurrar as civilizações para o futuro. e a escola e os seus agentes deviam ser motores dessa partilha. e desse "acelerar" o conhecimento do futuro. o mundo da internet ainda é muito composto por esta ideia de "montra". talvez o futuro seja mesmo esse. a versão três ponto zero da coisa tem que ser centrada no conhecimento. ou corremos o risco de ter o mundo na palma da mão mas transformado numa rua de montras fechadas ou de acesso apenas para alguns que podem comprar esse mesmo conhecimento. naveguemos, então. que o tempo não espera por nós nem pelas novas ideias...
