16/10/2014

||| o sistema, no fim, imperfeito demais...


||| ... consolidar o alargamento de alunos por turma. nem li mais. não seria preciso. depois os números redondos. demasiado errados. e perceber que toda a gente perdeu tempo a falar de uma fórmula que, de errada, nada tinha a não ser os números. porque a intenção, essa, era aquela que um corro de vozes surgiu a dizer. é preciso descentralizar. e eu pensei logo no portugal que temos onde até nos correios para entregar uma carta há sempre um esperto que passa quem está na fila a dizer: é só para entregar isto. ó senhora manuela, como está? e lá fica com mais coisas para tratar do que só o entregar para silêncio de todos. assusta-me este coro de vozes tanto como o que parecia ser um erro que era uma política inteira que poupou um trocos e "passou" em falso "desespero" a uma solução definitiva de "as escolas é que escolhem" porque ninguém o consegue fazer "centralmente". e se não fosse a neblina que cobre isto tudo, era claro. mas assim parece que tudo vai bem ou mal e tudo se faz. passou por baixo de tudo isto um corte imenso previsto para o próximo orçamento. como o senhor que passa na fila dos correios. enquanto o diabo esfrega um olho. e enquanto a razão é iludida com truques de ilusionismo de má qualidade que até parecem bons porque ninguém os parece ver. e não sai. o homem. qual carrasco que fica no final da cena para marcar a presença do medo. inamovível.  transformado numa sombra permanente da lógica de tudo isto a que todos dizem não ter lógica nenhuma. e continuamos assim. a deixar. a deixar tudo isto. como se fosse normal. como se fosse impossível dizer: basta. tirar o tapete. nós que temos a força. do trabalho e da razão perdida. que a precisamos reconquistar rapidamente. a força e a razão. ou seremos sempre, iludidos. com erros que não existem, truques baratos de ilusionismo ou pelo senhor que passa na fila dos correios...

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